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QUÍMICOS

“[…] O Brasil importou US$ 3,5 bilhões em produtos químicos no mês de maio, maior valor mensal registrado em 2012. Em relação a abril, o crescimento nas compras externas é de 14,3%, mas há queda de 2,7% na comparação com maio de 2011. De janeiro a maio, foram importados cerca de US$ 15,8 bilhões, 3,3% a mais do que no mesmo período do ano passado[…]”*

Com a infraestrutura e experiência da CTC, o cliente poderá realocar sua estrutura interna, sem comprometer sua eficiência.

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

“A casa do brasileiro tem ganhado toques cada vez mais internacionais. Depois da invasão de eletroeletrônicos, agora são os materiais de construção que atravessam o oceano para montar e decorar as residências nacionais. Do aço usado para levantar o imóvel aos materiais de acabamento, como portas, pisos, fechaduras e louças sanitárias, tudo tem sido comprado no exterior.

Até 2007, a balança comercial (exportações menos importações) do setor era positiva em mais de R$ 1 bilhão. A partir de 2008, com a forte expansão da construção civil e a valorização do real, a posição começou a se inverter. Em 2010, as importações superaram em R$ 1,1 bilhão as exportações do setor. Enquanto isso, no exterior, sobram produtos por causa da fraca atividade econômica dos países desenvolvidos, o que significa preços mais atraentes. Foi de olho nessas oportunidades que muitas empresas decidiram estender a lista de importação, incluindo produtos de acabamento.

Empresas que já importaram produtos da China dizem que os produtos trazidos chegam a ser entre 35% e 40% mais baratos que os produtos nacionais. Por isso, as importações também chegaram ao varejo. Não é incomum encontrar peças importadas, como torneiras e metais hidráulicos, nas lojas de material de construção. Em breve, a lista deve ganhar novos itens, como conjuntos de spa com sauna.”

Fonte: Jornal Web Estadão

EQUIPAMENTOS ELETRO-ELETRÔNICOS

No mercado de eletro-eletrônicos as importações cresceram 13%, com acréscimos que variaram entre 7%, para Utilidades Domésticas, e 57%, para produtos de GTD – Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica.

As compras externas de Componentes Elétricos e Eletrônicos somaram US$ 20,1 bilhões, representando 51% do total. Entre eles estão os itens mais importados do setor: componentes para telecomunicações (US$ 5,5 bilhões), semicondutores (US$ 4,9 bilhões) e componentes para informática (US$ 2,9 bilhões). Os países do Sudeste da Ásia continuaram sendo as principais origens das importações de bens do setor (US$ 24,7 bilhões), representando 62,5%. Deste total, US$ 13,9 bilhões vieram da China, cuja participação atingiu 35,3%.

Fonte: Abinee

MÁQUINAS

Segundo o levantamento mensal feito pelo Departamento de Economia e Estatística da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), no mês de janeiro, o faturamento real do setor de máquinas e equipamentos registrou um crescimento de 12,1% em relação a janeiro do ano passado. Em contrapartida, registrou também um decréscimo de 12,6% nos pedidos em carteira. Uma das explicações para essa contradição pode ser o aumento substancial, de 29,3%, das importações de máquinas e equipamentos.

De acordo com Aubert, embora o faturamento tenha evoluído favoravelmente, a situação do setor continua preocupante devido ao constante crescimento do déficit na balança comercial do setor. “Enquanto as exportações do setor passaram do pior nível histórico, de US$ 465 milhões FOB em janeiro de 2010 para apenas US$ 771 milhões FOB no mês de janeiro de 2011, as importações passaram de US$ 1,604 bilhões FOB para US$ 2,074 bilhões FOB, contribuindo com US$ 1,303 bilhões FOB para o déficit na balança comercial brasileira”, explica Aubert.

Os principais destinos das exportações brasileiras continuam sendo, em ordem decrescente: Argentina, Estados Unidos, Holanda, Alemanha e México. As origens das importações tem-se modificado de maneira significativa, sendo que a China já ocupa o segundo lugar nas importações do Brasil, com 14,7% de participação sobre o total importado de máquinas e equipamentos, perdendo apenas para os Estados Unidos e deixando para trás Alemanha, Japão e Itália.

Fonte: Siderurgia Brasil

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